Estou prisioneiro de um vazio imenso,
sem noites e sem auroras,
o fantasma sombrio da tristeza,
está conquistando meu coração,
meu espírito inquieto tem ânsia de voar,
para longe...,
bem longe...
lá, onde o mar termina e começa o céu,
lá, do outro lado da porta de ouro,
do horizonte em chamas, onde nasce o sol...
Choro tua ausência...
e escuto apenas o eco dos meus próprios
soluços, pois estou perdido no Saara ardente,
da minha solidão consciente,
para não ter que confessar ao mundo- cruel
e egoísta, o vão desespero de um sonho partido,
o sonho mais lindo da minha vida.
DESC AUTORIA
quarta-feira, 15 de julho de 2009
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